Atração criada e desenvolvida por Boninho não tem dado jeito de elevar os índices da TV Record, que seguem ruins no horário de exibição
E não tem jeito para os índices do reality de Boninho na Record, a Casa do Patrão, dar mais ibope. A emissora da Barra Funda parece ter se conformado com a audiência baixa, tem até feito algumas tentativas, mas sem retorno.
Esta semana a apresentadora Ana Hickmann chegou a participar de uma dinâmica para tentar elevar os índices do reality show, mas sem efeito. A medida é para tentar dar uma chacoalhada no elenco, que também não ajuda.
Até a contratada da RedeTV!, Sônia Abrão, esteve em Itapecerica da Serra, sede da atração, para movimentar o programa, mas não surtiu efeito também. O resultado não foi outro; o produto do ex-Big Boss segue em terceiro nos índices.
De acordo com dados obtidos pela nossa reportagem com audiências consolidadas, o programa registrou apenas 3,4 pontos. Média considerada muito baixa para o horário. Para fins de comparação, no mesmo dia, Chaves garantiu ao SBT 2,7.
O programa não tem conseguido emplacar de domingo a domingo e acumula sucessivas derrotas para o SBT e sua linha de shows. Desde Ratinho a Patrícia Abravanel, o produto apresentado por Leandro Hassum não emplaca.
Baixa repercussão
Um ponto é unânime na era das redes sociais, repercussão. E isso, a Casa do Patrão tem errado feio. Com pouca movimentação dos confinados, somente os cutucões de Boninho viralizam no meio, o que acaba sendo um grande problema.
Principalmente, depois de uma edição que foi uma explosão de alcance, que foi o BBB 26 com Ana Paula & Cia., o resultado tem sido bastante frustrante para a emissora da Barra Funda.
Na primeira semana, a baixa qualidade de imagem que chamou atenção dos telespectadores, ou até os erros de condução de Leandro Hassum na atração. O reality, que agora está no meio de sua exibição, segue sem dar qualquer sinal de aquecimento.
Formato
A atração, que estreou em abril, foi desenvolvida por Boninho, conhecido por seu trabalho na TV Globo e comando do Big Brother Brasil. Na Record, o formato trata de disputas de poder entre Patrão e Trampo.
O programa reuniu 18 participantes desconhecidos que lutam pelo prêmio de R$ 2 milhões. Com institucional de hierarquia, a atração cria um ambiente voltado para a competição.
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