O secretário municipal de Segurança Pública e Defesa Social, Fernando Jorge Castro de Lucena, explicou que a medida integrou o processo de modernização da corporação. “Precisamos abrir espaço na reserva para armas mais modernas e capacitar os guardas municipais com novos equipamentos. Essas armas foram incineradas porque a Guarda já dispõe de material atualizado e elas se tornaram obsoletas”, afirmou.

Ele acrescentou que a substituição também atendeu a critérios de eficiência operacional e de gestão de recursos. “Não há razão para manter despesas com armamentos que já não atendem às necessidades atuais”, disse.

O secretário adjunto da pasta, Ubiratan Bueno, também acompanhou o procedimento.

A incineração do armamento ocorreu na sede da Granha Ligas, empresa especializada na produção de ferro-ligas de manganês. O forno utilizado operou a temperaturas entre 1.800 e 2.000 graus Celsius.

Agentes da Polícia Federal acompanharam a ação, assim como integrantes da Guarda Civil Municipal. O Exército Brasileiro foi formalmente comunicado sobre a destruição do armamento, conforme exigem as normas de controle e segurança previstas na legislação.

Em setembro de 2025, o governo estadual repassou ao município 282 pistolas calibre .40, oito mil munições, três espingardas calibre 12 e duas carabinas semiautomáticas do mesmo calibre