Veja como Sérgio Chapelin transformou sua imagem aos 84 anos e descubra a nova rotina do mestre do jornalismo em 2026.
A voz grave que, por mais de cinco décadas, ditou o ritmo das notícias mais importantes do país durante anos por meio dos telejornais e revistas eletrônicas da Globo, no entanto, agora está mais amena e misturada ao barulho das ondas de Copacabana.
Se você logo pensou no lendário Sérgio Chapelin, acertou! Agora, ele ressurge irreconhecível aos 84 e ostentando um visual que em nada lembra o rigor estético exigido pela televisão.
Além disso, o jornalista desfruta da liberdade que a aposentadoria definitiva, oficializada em 2019, finalmente lhe proporcionou.
De acordo com o Metrópoles, Chapelin vive o que ele mesmo define como uma “vida de velhinho”, trocando o terno e a gravata por bonés, cabelos grisalhos longos e uma vasta barba branca.
Esse novo estilo, além de uma escolha pessoal, funciona como um disfarce eficiente, permitindo que um dos rostos mais conhecidos do Brasil caminhe tranquilamente pela “Princesinha do Mar” como um cidadão anônimo.
Sua vida na Globo
A carreira de Sérgio Chapelin confunde-se com a própria história do telejornalismo brasileiro.
Iniciando sua jornada no rádio, ele migrou para a televisão na década de 70, onde consolidou uma parceria histórica com Cid Moreira na bancada do Jornal Nacional.
Juntos, eles estabeleceram o padrão de sobriedade e confiança que gerações de brasileiros aprenderam a respeitar.
Após marcar época no JN, Chapelin tornou-se a face e a voz mais impactante e marcante do Globo Repórter.
No programa, ele conduziu o público por expedições científicas e mistérios da natureza com uma narração que se tornou icônica.
Embora tenha ensaiado uma aposentadoria em 1996, o amor pela comunicação o trouxe de volta em 1999, permanecendo como titular do programa por mais vinte anos até o adeus final aos palcos televisivos em setembro de 2019.
Novo visual
Ao abandonar o padrão “global” de corte de cabelo e rosto barbeado, ele adotou uma estética rústica e despojada.
O cabelo longo, barbudo e vivendo em praia reflete a quebra total com as obrigações da fama.
O jornalista faz raras aparições e brinca que a barba branca e o boné o auxiliam.
Afinal de contas, segundo ele, eles garantem a privacidade necessária para frequentar padarias, mercados e caminhar pelo calçadão sem o assédio constante das câmeras de celular.
Para Chapelin, ter o controle sobre sua própria imagem e rotina é o maior luxo que a maturidade lhe entregou.
O que Chapellin faz hoje?
Longe das pressões do “ao vivo”, o cotidiano do jornalista é pautado pela simplicidade e pelo lazer ao lado de sua esposa, Regina.
A rotina em Copacabana, bairro que o casal considera o mais belo do mundo, segue um ritmo metódico e relaxante:
Todos os dias, Chapelin percorre as areias da praia para manter a saúde e apreciar a paisagem;
Enquanto ele caminha, sua esposa Regina dedica-se à prática de canoa havaiana no Posto 6;
O ex-âncora dedica parte do seu tempo à pesquisa em seu iPad, mantendo-se informado, mas agora apenas como espectador curioso;
O encerramento do dia acontece com jantares em casa, seguidos de filmes ou séries, desfrutando da companhia mútua no aconchego do lar.
Para alguém que viveu décadas sob o escrutínio de milhões de pessoas, a liberdade de ser “mais um na multidão” é sagrada.
Chapelin não esconde a satisfação com o momento atual, afirmando categoricamente que “já ralou bastante” e que está “feliz da vida”.
A discrição é tamanha que suas redes sociais são fechadas e as poucas imagens recentes que circulam são fruto de registros raros feitos por amigos ou perfis midiáticos.

